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Tudo o que você precisa saber em 22 dicas (Parte 5) E-mail

19  - O que fazer em caso de acidentes com os óleos essenciais?

  • Se você utilizou muito óleo essencial (um frasco inteiro, por exemplo) – Na pele ou em mucosas, elimine o mais rápido possível o excesso com um tecido, um algodão, depois aplique uma grande quantidade de óleo vegetal, a fim de proteger a pele.

  • Se você engoliu muito óleo essencial (um frasco inteiro, por exemplo) – Ligue imediatamente para o SAMU ou para o centro anti envenenamento de sua região.

  • Se algumas gotas de óleo essencial caírem nos olhos (caso você tenha confundido um frasco com outro, por exemplo) – Lave-o o mais rápido possível com bastante água corrente. Se você ainda se sentir mal, aplique cuidadosamente um óleo vegetal no olho com o objetivo de diluir o óleo essencial. Para esse procedimento recomenda-se o óleo vegetal de Amêndoas Doces, se possível.


20 – Existem estudos que provam a eficácia dos óleos essenciais?

Cerca de 10 mil estudos diferentes. E esse é um número que aumenta vertiginosamente a cada ano. E ainda, trata-se apenas das estatísticas de pesquisas publicadas apenas nas revistas cientificas mais sérias do mundo. Servindo assim de referências para médicos de todo o planeta. 

Esses artigos sobre óleos essenciais escritos nessas revistas cientificas localizam-se bem ao lado dos artigos sobre medicamentos de ponta.

Os óleos essenciais entraram na medicina pela porta da frente há muito tempo. 

Ressalta-se ainda que diversos estudos continuam sendo feitos no meio hospitalar em países como Inglaterra, Estados Unidos, México, entre outros. A cada nova pesquisa descobrem-se efeitos benéficos dos óleos essências em comparação ao placebo.

No próximo artigo mostraremos 10 exemplos concretos de estudos realizados que comprovam a real eficácia dos óleos essenciais.


21 – Os óleos vegetais (como o óleo de oliva) são óleos essenciais?

Não! Mesmo que tenham nomes parecidos, um não tem nada a ver com outro. Eles não possuem nem as mesmas composições e nem as mesmas propriedades.

Os óleos vegetais não são voláteis e praticamente não possuem cheiro, ao contrario dos óleos essenciais. Por isso deve-se fechar imediatamente o recipiente logo após a utilização de um óleo essencial.

Os óleos vegetais deixam rastros de gordura, os óleos essenciais não.

Os dois são complementares: funcionam muito bem juntos. Por isso recomenda-se bastante dissolver um óleo essencial num óleo vegetal, sobretudo para uso externo (pele, mucosas, banhos, etc.).


22 – Os hidrolatos e as águas florais são óleos essenciais?

Não! A maior parte dos óleos essenciais são obtidos através da destilação por vapor d’água. A fração obtida, no momento da destilação, não solúvel em água, os óleos essenciais, é separada da fração solúvel, os hidrolatos ou hidrossois.

Como esses últimos são bem menos concentrados, com relação à molécula ativa, que os óleos essenciais, eles foram considerados durante muito tempo como um “ co-produto”. Mas isso é um erro! Eles também apresentam propriedades, às vezes parecidas com as dos óleos essenciais, às vezes bastante diferentes.

Mesmo que suas propriedades sejam semelhantes é impossível substituir um óleo essencial pelo seu hidrolato. Inicialmente pela concentração do principio ativo, que é incomparável entre os dois, e em seguida porque, ao contrario dos óleos essenciais, os hidrolatos são aquosos (ou seja, é em grande parte constituída de água, como seu nome indica) e frágeis. Diversos micróbios podem se desenvolver num hidrolato em caso de má utilização ou estocagem inapropriada.

Isso explica porque alguns hidrolatos contém um pouco de álcool, etanol, com o objetivo de evitar o desenvolvimento bacteriano.



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